sexta-feira, 21 de setembro de 2012

HISTÓRIA DO CICLOTURISMO



                                       Desde o seu surgimento nos anos 70 tem conquistado um número de adeptos cada vez maior e obtido uma constante evolução. A paixão pelas pedaladas é o lema dos cicloturistas que utilizam o esporte para despertar o espírito aventureiro de todos nós, mesmo que não seja dentro de uma competição.
 
                                     Gary Fisher e Tom Ritchey foram os líderes de um grupo de hippies que se juntaram um dia e decidiram utilizar suas bicicletas velhas para apreciar a bela vista da Baía de São Francisco na Califórnia subindo as montanhas de Marin Country e depois descê-las em alta velocidade. Dizem que foi a partir daí que o esporte nasceu.
 
                                  As difíceis trilhas de Marin não esfriavam os ânimos desse pessoal. Empolgados pela natureza e apaixonados pela emoção que o esporte proporcionava acabaram criando a primeira corrida de mountain biking no Monte Talmapais chamada Repack. A partir daí as bicicletas acabaram recebendo várias melhorias como os freios, alavancas de cambio e novos quadros.
O cicloturismo não é uma competição, e sim, uma modalidade voltada ao lazer. É a agradável prática de realizar viagens e longos passeios com uma bicicleta resistente e confortável. Um bicicleta que possa ser usada para qualquer jornada, sendo possível adaptar bagageiros e alforges.
Por ser uma prática relativamente recente e ainda pouco difundida no Brasil, não existe uma definição ou conceito para essa forma de usar a bicicleta. Uma paixão, hobby, um estilo de vida, ou tudo isso unido num único objetivo: subir numa bicicleta e com suas próprias forças, alcançar uma meta.
                                                 Os cicloturistas São aqueles que partem do desejo de conhecer um lugar específico, planejam um roteiro e durante a viagem desfrutam ao máximo de tudo que fizer parte dela, somente com a certeza do horário da saída, em cada dia durante a jornada.
                                             Em geral, o cicloturista carrega consigo um carisma natural. Ele reflete de forma saudável o desejo de liberdade e aventura que está incutido em todo ser humano.
                                             Durante as viagens algumas pessoas impressionam-se, outras identificam-se com o que você está fazendo, e tentam de alguma forma se aproximar. Provavelmente por verem na "louca" tarefa do cicloturista uma experiência curiosa, que também gostariam de ter, mas isso está longe das suas realidades.
                                           Toda viagem nasce do desejo de se conhecer um determinado lugar. O próximo passo é analisar a possibilidade de faze-la de bicicleta e escolher a melhor época para realiza-la, analisar clima e outros aspectos relevantes. Por exemplo: não é uma boa idéia ir para o Pantanal do Mato Grosso nos meses de outubro a março (período de chuvas forte e das grandes cheias), nem para o interior do nordeste no verão, quando a temperatura média ultrapassa fácil os 40 graus C e a oferta de água potável é pequena.
                                    Uma viagem quando previamente elaborada te da a possibilidade de escolher lugares com belas paisagens e a garantia de pelo menos saber onde provavelmente almoçará e passará a noite.
                                     O segredo são muitas paradas, sempre que o corpo pedir. Aproveite para tirar fotos, apreciar a paisagem, sentir a energia da natureza, conversar com você mesmo. Dessa forma, o trecho passa mais rápido e a viagem fica menos dolorosa. É preciso ter muita paciência, a pressa também é inimiga do cicloturismo.
                                      O cicloturismo propicia aos aventureiros uma indescritível sensação de liberdade,desenvolvimento do equilíbrio físico/mental, bem como um maior e constante contato com a natureza, povos e culturas diversas. É uma atividade que expande os pensamentos a um grande sentimento da presença de Deus, despertando virtudes e princípios de solidariedade conjugados a desafios, obstáculos e aprendizados vividos em cada quilômetro percorrido durante a viajem. É um esporte não poluente e econômico, que possibilita a conquista de fortes amizades e grandes descobertas inimagináveis.
Alimentação
                                            O mais fácil de se fazer durante uma viagem é tomar um café da manhã bem reforçado, depois, comer frutas e lanches rápidos durante a pedalada para, finalmente, fazer uma refeição mais pesada no final do dia. Claro, tudo vai depender do ritmo e do estilo do cicloturista e há os que preferem comer um prato feito na hora do almoço e dormir algumas horas antes de seguir viagem.

                                            O essencial é, a cada uma ou duas horas, serem repostos os sais minerais perdidos durante o esforço físico. Um pouco de frutas secas, ou alguns biscoitos, ou então uma barra de cereais já são suficientes para isso. Os mais indicados são os alimentos ricos em potássio (por exemplo, banana e damasco, tanto frescos quanto secos). Esta reposição de sais também pode ser feita através dos isotônicos.

                                          Devem ser evitados alimentos muito gordurosos (chocolate, batata frita, biscoito recheado) nestes lanchinhos, porque a gordura leva muitas horas para ser digerida e absorvida pelo organismo, não fornecendo a energia necessária ainda durante a pedalada. Para isto, dê preferência aos alimentos ricos em açúcares e carboidratos. Continua valendo a velha fórmula de todas as refeições deverem ser completas: carboidratos, proteínas, gorduras e fibras em cada uma delas.
 
Dicas:
• Coma pouco e freqüentemente.
• Coma antes de sentir fome e beba antes de sentir sede.
• Nunca ultrapasse os limites do seu corpo (fadiga). Isso cortará seu apetite e seu sono.
• Dê paradas rápidas para descanso, sem deixar perder o aquecimento.
• Agasalhe-se antes de esfriar, desagasalhe-se antes de aquecer.
• Não tenha medo de expor sua pele ao sol ou a água.
• Evite bebida alcóolica, carne vermelha e tabaco, pelo menos enquanto estiver na estrada.
• Faça seu ritmo. Não imprima um ritmo forte, principalmente durante as primeiras horas, enquanto você está se sentindo cheio de energia. Poupe-se para o final.
• Seja humilde, honesto, sincero e não peça o que não precisa.
• Aceite as pessoas como elas são. Seus hábitos, cultura e crenças.
• Sorria nas dificuldades e persista até alcançar a vitória.
• Respeite e proteja a natureza e a suas forças.
• Jamais entrar em pânico.
• Adequar a bagagem às regiões visitadas _ mais água se for para o deserto, mais agasalhos para as regiões frias, não esquecer dos repelentes para zonas tropicais.
• Preperar-se para as viagens com orientação médica, adquirindo preparo físico pedalando quatro horas diárias durante um mês.
• Obedecer ao limite dado pelo corpo durante a viagem e parar sempre que achar necessário para descansar.
• Ter flexibilidade para enfrentar situações inesperadas.
• Conservar a bicicleta sempre limpa e lubrificada.

Boas pedaladas!
 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O CICLISMO É BOM PARA O SISTEMA CARDIOVASCULAR


Benefícios para a forma física

O ciclismo é uma atividade aeróbica que exercita especialmente as pernas, coxas, quadris e bumbum. Como é uma atividade intensa; com a prática do ciclismo você consegue perder bastante gordura e tornear o seu corpo. Claro que isso tudo aliado a uma boa alimentação e a muita disposição para enfrentar os treinos intensos.

Benefícios para atletas

Os atletas de Ciclimo seja a modalidade qual for precisam de equipamentos ideais para evitar acidentes. O ciclismo cria um ótimo condicionamento físico, já que o Ciclismo exige muito da sua parte Cardiovascular e Motora. Daí a importância de se ter uma alimentacão leve e bem balanceada para conseguir melhores resultados.

Benefícios para saúde

Em termos de saúde, o ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, ideal para o desenvolvimento aeróbico e anaeróbico. O ciclismo desenvolve o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo ainda indicado por médicos especialistas como ótimo exercício para a queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência e força. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

MULHER MACHO SIM SENHOR!!! Paraibana brilha no ciclismo e ganha medalha de ouro em Poços de Caldas

Isabella Pereira vence a prova contra o relógio e conquista a sua segunda medalha nas Olimpíadas Escolares.

                                           
Isabella Pereira, ouro no ciclismo nas Olimpíadas Escolares (Foto: Divulgação / Sejel)
 
Isabella Pereira já conquistou duas medalhas para
a Paraíba nas Olimpíadas Escolares
(Foto: Divulgação / Sejel)
 
A paraibana Isabella Pereira continua surpreendendo nas Olimpíadas Escolares para atletas de 12 a 14 anos. Depois de conquistar o bronze na prova de critério final, no primeiro dia de competições em Poços de Caldas, a estudante da da Escola Virgínius da Gama e Melo, de Campina Grande, ganhou o ouro na prova contra o relógio, disputada neste sábado.
Com mais esta medalha de Isabella, a Paraíba já acumula quatro medalhas no total em dois dias de competição. Deyzielle Paulo, também de Campina Grande, foi bronze na luta olímpica, enquanto que Hugo Fialho, de João Pessoa, repetiu o terceiro lugar no judô.
O secretário Zé Marco, da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), comemorou bastante o feito e destacou que em apenas dois dias, já foram quatro medalhas.
- Só temos o que comemorar, pois em apenas dois dias de competição a Paraíba já conseguiu quatro medalhas. Estamos animados e com certeza mais medalhas estarão pintando para a nossa alegria - disse Zé Marco.
As Olimpíadas Escolares Brasileiras categoria 12 a 14 anos serão realizadas até o dia 16, em Poços de Caldas, Minas Gerais e é organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro.

Fonte http://globoesporte.globo.com/pb/noticia/2012/09/paraibana-brilha-no-ciclismo-e-ganha-medalha-de-ouro-em-pocos-de-caldas.html#esporte-ciclismo

terça-feira, 18 de setembro de 2012

CICLISMO NÃO TEM IDADE

Campeão entre os veteranos, ciclista de 62 anos dá exemplo de superação

Outro destaque da categoria acima de 60 anos do Desafio Tour do Rio é o carioca Carlos Brum, que supera doença através do esporte e leva bronze

Por Ana Carolina Fontes
Conservatória, Rio de Janeiro 
 
 
O Desafio Tour do Rio promoveu um encontro de gerações, neste domingo, no charmoso distrito de Conservatória, em Valença, interior fluminense. Campeão entre os veteranos (acima de 60 anos), o ciclista Lourival de Souza, de 62 anos, é um exemplo de sabedoria e superação. Com quase 50 anos de ciclismo, o atleta de São Bernardo do Campo roda em média 14 mil quilômetros por ano e provou que tem energia de sobra para seguir em busca de troféus para sua vasta coleção. Campeão da corrida 9 de Julho e das Milhas Brasileiras em 1969, o paulista diz que a modalidade evoluiu muito desde os tempos em que ele era um iniciante no mundo sobre duas rodas.

Lourival de Souza ciclismo veterano Desafio Tour do Rio (Foto: Ana Carolina Fontes)Lourival de Souza é campeão entre os veteranos no Desafio Tour do Rio (Foto: Ana Carolina Fontes)








                                                        


 Comecei no ciclismo quando tinha 13 anos e muita coisa mudou desde essa época. A qualidade melhorou muito ao longo dos anos. As bicicletas têm uma tecnologia mais avançada, as competições são mais bem organizadas e os atletas são mais preparados. O ciclismo é um esporte que traz dignidade ao homem - afirmou o ciclista, que já disputou 22 temporadas só na categoria de veteranos.
Acostumado a pedalar com atletas de diferentes gerações, ele conta que o ciclismo precisa ser uma forma de lazer e a receita para o sucesso na carreira é ter determinação.
Se pudesse dar um conselho aos iniciantes, eu diria para terem determinação. Já o veterano, deve levar o ciclismo como lazer. É claro que precisa existir o confronto, mas a amizade não deve desaparecer"
Lourival de Souza
- Treino em média 300 quilômetros por semana, com ciclistas de todas as idades. Se eu pudesse dar um conselho aos iniciantes, eu diria para terem determinação. O lema é não desanimar e jamais desistir. Já o veterano, deve levar o ciclismo como esporte e lazer. É claro que precisa existir o confronto, mas a amizade não deve desaparecer. A pessoa precisa pedalar na sua passada, no seu ritmo. Se tentar acompanhar um adversário mais forte, tem chances de abandonar a prova. Só de estar aqui, eu já fico feliz.
Para curar doença, carioca dá pontapé inicial no ciclismo aos 50 anos
Carlos Brum ciclista veterano Desafio Tour do Rio (Foto: Ana Carolina Fontes)
 
Carlos Brum, de 63 anos, começou no ciclismo aos
50 por conta de doença (Foto: Ana Carolina Fontes)
Bronze entre os mais velhos, o médico e ciclista Carlos Brum, de 63 anos, deu os primeiros passos no esporte aos 50, por conta de alguns problemas de saúde. Ele sofria de síndrome metabólica (obesidade, diabetes e distúrbios de colesterol) e tomava cinco tipos de remédios por dia. Hoje, com 25kg a menos, ele está livre de doenças e medicamentos graças ao ciclismo.
- Fiz o caminho de Santiago de Compostela por motivos espirituais e foi uma experiência maravilhosa. Eu cheguei a pesar 94kg, hoje eu peso 69kg. Praticar uma atividade física traz um bem-estar físico (reduz riscos de saúde), mental e social, já que agrega pessoas e ajuda os jovens a se afastarem das drogas e da violência - disse o cardiologista e médico do esporte, que ainda pratica maratona e duatlo.
O pequeno Bernardo Figueiredo, de apenas 14 anos, endossa as palavras de Carlos. Apesar de querer se tornar um engenheiro ou um economista no futuro, ele conta que nunca vai deixar de praticar a modalidade, um esporte saudável e que pode ser praticado em família. Desde os 12, ele costuma acompanhar o pai em competições de bicicleta e em corridas de aventura (ciclismo, canoagem, atletismo e rapel).
Bernardo Figueiredo ciclista júnior Desafio Tour do Rio (Foto: Ana Carolina Fontes)
 
Bernardo Figueiredo acompanhou o pai no Desafio
em Conservatória (RJ) (Foto: Ana Carolina Fontes)
- Ver uma competição como essa, com atletas de todas as idades mostra que o esporte está crescendo. É um programa para toda a família, meu pai veio comigo. O legal é que você pode pedalar em qualquer lugar, na terra, na montanha, na estrada...
De acordo com a idealizadora do evento, Luisa Jucá, o Desafio é inspirado na L'Etape, prova que antecede a Volta da França, o mais prestigiado dos três Grand Tours do calendário europeu, que ainda conta com o Giro da Itália e a Volta da Espanha.
- A gente resolveu criar uma prova onde os amadores tivessem a oportunidade de correr ao lado de ciclistas da elite. Atletas de todas as faixas etárias puderam sentir o espírito esportivo. É também um treino para aqueles que irão disputar o Tour do Rio, uma etapa diferenciada. A Volta da França France tem a L'Etape, então pensamos: Por que não fazer uma prova como essa? Esta é a primeira vez que realizamos o evento e queremos repetir no ano que vem.

fonte: http://globoesporte.globo.com/outros-esportes/noticia/2012/08/campeao-entre-veteranos-ciclista-de-62-anos-da-exemplo-de-superacao.html

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pedal Amigos da Duck's Bike.


Depois do pedal Pico do Jabre na cidade de Patos-pb agora é a vez do 1°pedal Amigos da Duck's Bike.
Vamos prestigiar esse mega evento ciclistico da Cidade de Patos-pb do nosso a amigo e parceiro Alex Queiroga e sua equipe da Duck's bike.
Ate lá!!16 de setembro!!
Inscrições ate dia 06 de setembro.
Vc não pode perder!!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Transporta bicicleta no teto do carro PODE!!



Legislação sobre o Transporte de Bicicletas em veículos Automotores 

RESOLUÇÃO N. 349 DE 17 DE MAIO DE 2010
Dispõe sobre o transporte eventual de cargas ou de bicicletas nos veículos classificados nas espécies automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando da competência que lhe confere o inciso I do artigo 12 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, e conforme o Decreto nº 4711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, Considerando as disposições sobre o transporte de cargas nos veículos contemplados por esta Resolução, contidas na Convenção de Viena sobre o Trânsito Viário, promulgada pelo Decreto nº 86714, de 10 de dezembro de 1981;

Considerando o disposto no artigo 109 da Lei nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro - CTB;
Considerando a necessidade de disciplinar o transporte eventual de cargas em automóveis, caminhonetes e utilitários de modo a garantir a segurança do veículo e trânsito;

Considerando a conveniência de atualizar as normas que tratam do transporte de bicicletas nos veículos particulares.
Considerando as vantagens proporcionadas pelo uso da bicicleta ao meio ambiente, à mobilidade e à economia de combustível;


RESOLVE:
Capitulo I
Disposições Gerais


Art. 1º Estabelecer critérios para o transporte eventual de cargas e de bicicletas nos veículos classificados na espécie automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário.

Art. 2º O transporte de cargas e de bicicletas deve respeitar o peso máximo especificado para o veículo.

Art. 3º - A carga ou a bicicleta deverá estar acondicionada e afixada de modo que:

I- não coloque em perigo as pessoas nem cause danos a propriedades públicas ou privadas, e em especial, não se arraste pela via nem caia sobre esta;

II- não atrapalhe a visibilidade a frente do condutor nem comprometa a estabilidade ou condução do veículo;

III- não provoque ruído nem poeira;

IV- não oculte as luzes, incluídas as luzes de freio e os indicadores de direção e os dispositivos refletores; ressalvada, entretanto, a ocultação da lanterna de freio elevada (categoria S3);

V- não exceda a largura máxima do veículo;

VI- não ultrapasse as dimensões autorizadas para veículos estabelecidas na Resolução CONTRAN nº 210, de 13 de novembro de 2006, que estabelece os limites de pesos e dimensões para veículos que transitam por vias terrestres e dá outras providências, ou Resolução posterior que venha sucedê-la.

VII- todos os acessórios, tais como cabos, correntes, lonas, grades ou redes que sirvam para acondicionar, proteger e fixar a carga deverão estar devidamente ancorados e atender aos requisitos desta Resolução.

VIII- não se sobressaiam ou se projetem além do veículo pela frente.

Art. 4º Será obrigatório o uso de segunda placa traseira de identificação nos veículos na hipótese do transporte eventual de carga ou de bicicleta resultar no encobrimento, total ou parcial, da placa traseira.

§1° A segunda placa de identificação será aposta em local visível, ao lado direito da traseira do veículo, podendo ser instalada no para-choque ou na carroceria, admitida a utilização de suportes adaptadores.

§2° A segunda placa de identificação será lacrada na parte estrutural do veículo em que estiver instalada (para-choques ou carroceria).
Capítulo II
Regras aplicáveis ao transporte eventual de cargas

Art. 5º Permite-se o transporte de cargas acondicionadas em bagageiros ou presas a suportes apropriados devidamente afixados na parte superior externa da carroçaria.

§1° O fabricante do bagageiro ou do suporte deve informar as condições de fixação da carga na parte superior externa da carroçaria e sua fixação deve respeitar as condições e restrições estabelecidas pelo fabricante do veículo

§2° AS CARGAS, JÁ CONSIDERADA A ALTURA DO BAGAGEIRO OU DO SUPORTE, DEVERÁ TER ALTURA MÁXIMA DE CINQUENTA CENTÍMETROS E SUAS DIMENSÕES, NÃO DEVEM ULTRAPASSAR O COMPRIMENTO DA CARROÇARIA E A LARGURA DA PARTE SUPERIOR DA CARROÇARIA.

Art. 6º Nos veículos de que trata esta Resolução, será admitido o transporte eventual de carga indivisível, respeitados os seguintes preceitos:

I- As cargas que sobressaiam ou se projetem além do veículo para trás, deverão estar bem visíveis e sinalizadas. No período noturno, esta sinalização deverá ser feita por meio de uma luz vermelha e um dispositivo refletor de cor vermelha.

II- O balanço traseiro não deve exceder 60% do valor da distância entre os dois eixos do veículo. (figura 2)

Art. 7º Será admitida a circulação do veículo com compartimento de carga aberto apenas durante o transporte de carga indivisível que ultrapasse o comprimento da caçamba ou do compartimento de carga.
Capítulo III
Regras aplicáveis ao transporte de bicicletas na parte externa dos veículos

Art. 8º A bicicleta poderá ser transportada na parte posterior externa ou sobre o teto, desde que fixada em dispositivo apropriado, móvel ou fixo, aplicado diretamente ao veículo ou acoplado ao gancho de reboque.

§ 1º O transporte de bicicletas na caçamba de caminhonetes deverá respeitar o disposto no Capítulo II desta Resolução.

§ 2º NA HIPÓTESE DA BICICLETA SER TRANSPORTADA SOBRE O TETO NÃO SE APLICA A ALTURA ESPECIFICADA NO PARÁGRAFO 2º DO ARTIGO 5°.

Art. 9º O dispositivo para transporte de bicicletas para aplicação na parte externa dos veículos deverá ser fornecido com instruções precisas sobre:

I- Forma de instalação, permanente ou temporária, do dispositivo no veículo,

II- Modo de fixação da bicicleta ao dispositivo de transporte;

III- Quantidade máxima de bicicletas transportados, com segurança;

IV- Cuidados de segurança durante o transporte de forma a preservar a segurança do trânsito, do veículo, dos passageiros e de terceiros.
Capítulo IV
Disposições Finais

Art. 10 Para efeito desta Resolução, a bicicleta é considerada como carga indivisível.

Art. 11 O não atendimento ao disposto nesta Resolução acarretará na aplicação das penalidades previstas nos artigos 230, IV, 231, II, IV e V e 248 do CTB, conforme infração a ser apurada.

Art. 12 Esta Resolução entra em vigor noventa dias após a data de sua publicação, ficam revogadas as Resoluções nº 577/81 e 549/79 e demais disposições em contrário.

Alfredo Peres da Silva
Presidente
Rui César da Silveira Barbosa
Ministério da Defesa
Esmeraldo Malheiros Santos
Ministério da Educação
Rudolf de Noronha
Ministério do Meio Ambiente
Elcione Diniz Macedo
Ministério das Cidades

Quem ainda tinha duvidas, não tem mais.

domingo, 8 de julho de 2012

PARECE FÁCIL ....

Trocar ou remendar a câmara de ar do pneu de uma bicicleta pode parecer uma tarefa simples, mas necessita cuidados ao realizá-la.


O primeiro passo é tirar todo o ar da câmara, o que facilita a saída do pneu, que deve ser “massageado” para desencaixar das laterais do aro. Com a ajuda de uma espátula, force o pneu para desencaixar do aro; o local exato para apoiar essa espátula é do lado oposto ao bico da câmara de ar.

Já com o pneu fora da bike, infle a câmara novamente até localizar o furo ou furos, efetue o remendo e infle a câmara e verifique se vedou todos os furos, devendo secar a referida câmara  o suficiente para não ficar com “dobras” e que dê  para ser encaixada novamente em seu lugar (entre o pneu e o aro), começando pelo bico e tendo o cuidado para a câmara não ficar retorcida.

Colocando o pneu de volta - Para encaixar o pneu no aro, comece por cima do bico da câmara de ar. Se estiver difícil de colocar no lugar, repita o procedimento de massagear o pneu nas partes que já estão ajustadas, forçando sempre nas parte mais duras do pneu até encaixar;

Mas se ainda precisar de mais uma força, use as espátulas para colocar tudo no lugar, tomando cuidado para não “beliscar” a câmara de ar, e ocasionalmente furá-la. Com tudo encaixado, infle o pneu e verifique se nenhuma parte esteja para fora do aro.

Lembre que é importante no caso de remendar  a câmara é sempre deixar seca a cola colocada para depois colar o remendo em cima, fazendo força com os polegares para que fique perfeito o contato entre o remendo e  o pneu, devendo imediatamente encher o pneu e continuar a trilha ja que a turma vai ta esperando!!!!