Saiu essa semana a camisa oficial do ECOPEDAL TALHADO 2016 - EXPEDIÇÃO YAYÚ, com modelo mangas longas e um designe bem legal o ECOPEDAL TALHADO 2016 inova mais uma vez o fugir do tradicional, afinal para desfrutar da proteção ao sol escaldante do sertão paraibano e das difíceis e técnicas trilhas do YAYÚ essa camisa manga longa vem a colaborar e muito!!!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
SINGLE TRACK - DICAS PARA A EXPEDIÇÃO YAYÚ
Quase todos nós que pedalamos em trilhas e estradas de chão adoramos um singletrack, isso porque a adrenalina vai a mil quando a trilha aperta, junto com alta velocidade, árvores passando perto e o contato próximo com a natureza são a receita perfeita da diversão na minha ótica;
Diante dessa assertiva, e levando em conta que o ECOPEDAL TALHADO "EXPEDIÇÃO YAYÚ" vai ser quase todo singel track, segue algumas técnicas podem ajudar o ciclista de trilha a evitar “acidentes de percurso” e ganhar mais fluidez nas trilhas. Por isso reunimos 7 dicas para te ajudar na hora de entrar nas singletracks.
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| Single track ao redor do Yayú!!! Na seca ta assim, imagina na época de chuvas!! |
Acerte a postura
Deixe braços e pernas flexionados e o corpo baixo. Não prenda o selim com as pernas e mantenha a suavidade para seguir melhor o terreno. Quando o singletrack é muito técnico, a dica é mudar o centro de gravidade da bicicleta, inclinando o corpo para trás.
Nas subidas
Em subidas técnicas, incline o corpo para a frente para não deixar a bicicleta empinar e mantenha-se sentado para não perder tração. Em caso de obstáculos, alivie o peso da roda dianteira puxando o guidão, depois fique em pé na bike e empurre o guidão para a frente, aliviando a roda traseira. Nessa hora, levante a traseira puxando os pedais com a sapatilha para facilitar a transposição.
Siga os mais experientes
Fazer ultrapassagens em um singletrack é sempre complicado. Por isso, permita que ciclistas mais rápidos sigam à sua frente e aproveite a oportunidade para observar as linhas que eles adotam.
Instintivamente, acabamos pegando a linha do meio durante um singletrack. As laterais, porém, costumam ser mais aderentes e rápidas, principalmente se houver lama na trilha.
Cautela nas curvas
Nas curvas, é preciso ser prudente ao usar o freio. Frear muito em cima da conversão quase sempre resulta em acidente. O ideal é preparar a entrada freando, tangenciando a bike e usando o corpo para fazer uma tomada perfeita. Para conseguir isso, deixe o pedal que está do lado de fora da curva para baixo e apoie seu peso nele. Manter o peso no selim acaba elevando o centro de gravidade do conjunto bicicleta/ciclista.
Olhe para longe
Esta é uma regra muito importante. Quanto mais distante você visualizar os obstáculos, mais tempo terá para planejar sua rota. A distância mínima para manter o foco da visão é de 4 metros.
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| OLHE PARA LONGE, MAS NÃO PRECISA SER ASSUSTADO DESSE JEITO!!! |
Prepare sua bike
Para ganhar mais fluidez e segurança nos singletracks, muitas vezes vale a pena fazer pequenas alterações na bicicleta. A dica é reduzir a pressão dos pneus para 25 ou 27 libras, baixar um pouco o selim e regular a suspensão para um retorno mediano, diminuindo a velocidade com que ela volta à posição original depois de atingir um obstáculo. Assim, você evita ser jogado para cima após passar por um buraco e também que o equipamento atinja o fim de curso em uma sequência grande de ondulações. Outra recomendação é utilizar pneus de 2.1’’, que são mais largos e oferecem maior tração.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
DICA DE COMPRA BOA E BARATA!!! CÂMERA ATRIO MULTILASER FULL HD DC 183
Todos que curtem um bom pedal normalmente gostam de registrar suas imagens em videos que invariavelmente acabam no youtube e redes sociais mundo afora.
A câmera de ação mais utilizada e divulgada por todos os amantes de esportes ao ar livre, principalmente os ciclistas é a "GOPRO", produto de alta qualidade quando assunto é captar imagens da mais diversas formas e locais.
A Multilaser acabou de colocar no mercado uma câmera de sua novíssima marca para esporte radicais a "ATRIO", com preço muito agressivo, acionamento por "wifi" no celular e todos os acessórios e suportes para captação de imagens e qualidade de imagens gravadas em FULL HD.
Por isso fica a dica de compra da câmera ATRIO MULTILASER FULL HD DC 183 para filmagem de pedais com preço inferior a R$ 500,00 em diversos sites na internet, o que viabiliza para muitos uma boa condição de compra e um ótimo custo benefício, ja que o investimento é muito aquém para a aquisição da câmera e principalmente já vem com todos os acessórios para guidão, capacete e pau de selfie.
Apesar do pouco uso estou satisfeito com a qualidade(visualizar no youtube em 720 ou 1080!!!
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
COMO EVITAR PUBALGIA NO CICLISMO!!!
Não é incomum que atletas de diferentes modalidades esportivas sintam fisgadas na região da virilha após um treino intenso ou após um movimento brusco durante a prática esportiva. Os atletas que realizam movimentos repetitivos (como o corredor e o ciclista) e os atletas que realizam mudanças bruscas de direção e chutes (como o tenista e o jogador de futebol) estão mais propensos a sentir tal incômodo.
O diagnóstico mais comum desse tipo de dor é o estiramento dos adutores, musculatura da parte interna da coxa. Esses músculos são responsáveis pela adução do quadril (fechamento das pernas), assim como participam da estabilidade da pelve em movimentos dinâmicos. A principal característica do estiramento é que este acontece por um movimento brusco e uma dor intensa e aguda é sentida no momento do trauma, sendo esta geralmente bem localizada.
Já a dor que se inicia mais gradualmente na região da virilha, acompanhada ou não de dor na região inferior do abdome, irradiação para a face medial da coxa ou até mesmo dor na região lombar pode receber o diagnóstico de pubalgia (inflamação do púbis).
O púbis é um dos 3 ossos da pelve, onde se insere os músculos adutores e parte dos abdominais. Essa região é particularmente susceptível a forças de cisalhamento durante determinadas atividades atléticas. Com traumas repetitivos (ou trauma agudo em alguns casos), pode ocorrer um processo inflamatório envolvendo o osso, a cartilagem e os ligamentos da região, além dos músculos que de alguma forma se relacionam com a região pubiana. Aliados aos pequenos traumatismos, estão os desequilíbrios musculares causados por movimentos compensatórios e as alterações biomecânicas peculiares do atleta, além da fase de treinamento em que esse de encontra.
O encurtamento dos músculos isquiotibiais (posteriores da coxa), a sobrecarga à musculatura adutora da coxa e a fraqueza dos músculos abdominais são achados comuns no atleta com esse diagnóstico.
O diagnóstico diferencial entre o estiramento muscular e a pubalgia não é muito simples, e os exercícios para tratamento do primeiro podem complicar o quadro clínico do segundo, se o diagnóstico for feito precipitada e erroneamente.
Os sintomas da pubalgia variam de atleta para atleta, sendo muitas vezes inespecíficos e de difícil caracterização, o que dificulta o diagnóstico e permite que esta seja confundida com outras patologias.
Para um diagnóstico preciso e precoce, é necessária uma avaliação estática e dinâmica precisa do atleta, buscando as causas e conseqüências da lesão, que servirão como base para o tratamento. Exames complementares, em especial a ressonância magnética, também são de grande importância para o fechamento do diagnóstico.
O tratamento, como já foi dito, será baseado na correção das alterações e desequilíbrios encontrados na avaliação. O uso de antiinflamatórios pode ser indicado, e muitas vezes o repouso é necessário na fase inicial do tratamento. E, muito melhor do que ser acometido por essa lesão chata, é fazer um trabalho de prevenção paralelo à atividade esportiva, incluindo fortalecimento muscular, alongamentos e exercícios funcionais e proprioceptivos.
FONTE:
O púbis é um dos 3 ossos da pelve, onde se insere os músculos adutores e parte dos abdominais. Essa região é particularmente susceptível a forças de cisalhamento durante determinadas atividades atléticas. Com traumas repetitivos (ou trauma agudo em alguns casos), pode ocorrer um processo inflamatório envolvendo o osso, a cartilagem e os ligamentos da região, além dos músculos que de alguma forma se relacionam com a região pubiana. Aliados aos pequenos traumatismos, estão os desequilíbrios musculares causados por movimentos compensatórios e as alterações biomecânicas peculiares do atleta, além da fase de treinamento em que esse de encontra.
O encurtamento dos músculos isquiotibiais (posteriores da coxa), a sobrecarga à musculatura adutora da coxa e a fraqueza dos músculos abdominais são achados comuns no atleta com esse diagnóstico.
O diagnóstico diferencial entre o estiramento muscular e a pubalgia não é muito simples, e os exercícios para tratamento do primeiro podem complicar o quadro clínico do segundo, se o diagnóstico for feito precipitada e erroneamente.
Os sintomas da pubalgia variam de atleta para atleta, sendo muitas vezes inespecíficos e de difícil caracterização, o que dificulta o diagnóstico e permite que esta seja confundida com outras patologias.
Para um diagnóstico preciso e precoce, é necessária uma avaliação estática e dinâmica precisa do atleta, buscando as causas e conseqüências da lesão, que servirão como base para o tratamento. Exames complementares, em especial a ressonância magnética, também são de grande importância para o fechamento do diagnóstico.
O tratamento, como já foi dito, será baseado na correção das alterações e desequilíbrios encontrados na avaliação. O uso de antiinflamatórios pode ser indicado, e muitas vezes o repouso é necessário na fase inicial do tratamento. E, muito melhor do que ser acometido por essa lesão chata, é fazer um trabalho de prevenção paralelo à atividade esportiva, incluindo fortalecimento muscular, alongamentos e exercícios funcionais e proprioceptivos.
FONTE:
Por Silvia Guedes – Fisioterapeuta formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais / Especialista em Fisioterapia Esportiva pela PUC-MG e em Osteopatia pela Escola Brasileira de Osteopatia.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
PARA QUEM GOSTA DE SUBIR !!!
VIDEO FEITO POR HENRIQUE MEDEIROS SUBINDO A SERRA DE SANTA LUZIA - PB. COM PARTICIPAÇÃO DE EMILENE E ANDERSON, TODOS DA EQUIPE PEDAL DA SERRA!!!!
quinta-feira, 14 de março de 2013
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