sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

ATENÇÃO CICLISTAS VOCÊS SÃO ON OU OFF?


Texto escrito por Deivison Pedroza.
Diretor da empresa Verde Gaia e do Instituto OKSIGENO. Especializado em Direito Ambiental, graduado em Engenharia Mecânica e cursando Direito. Possui mais de 10 anos de experiência em Consultoria, Auditoria, Treinamentos e implantação de Sistemas de Gestão Integrado.



As mudanças climáticas estão aumentando;
O trânsito está caótico;
As pessoas estão mais amargas; sabem buzinar, mas não sabem quando parar!

24 horas é pouco para responder todos os e-mails que recebemos.

Nossas redes sociais e nossos amigos, agora são virtuais.
Antes curtíamos a terra, o mato, o vento, a água, ou simplesmente uma conversa na cozinha, agora nós simplesmente damos um “curtir”!

Licença, por favor, obrigado, você primeiro e desculpe, são expressões que diminuíram em nosso vocabulário. Costumes que vão sumindo.


Nosso prazer não está mais em nossas relações e em nossas experiências, mas sim naquilo que consumimos. Nossa geração “Y” quer chegar ao topo na mesma velocidade de sua conexão na internet, mas não querem aprender coisas básicas tais como: arrumar a cama, fazer uma faxina no quarto, fazer as compras, fazer seu próprio alimento ou cuidar de um filho que, talvez, tenha chegado cedo demais.


As experiências não servem mais para nada. Os jovens querem chegar ao resultado sem saber fazer a conta. Afinal, para que ouvir os mais velhos se podem simplesmente consultar o amigo GOOGLE. Respeite os mais velhos, afinal eles têm mais experiência que você.


On ou off - De que lado você está?
Está passando da hora de reiniciar!


Tudo pode ser diferente.

Basta você se ligar!
Não adianta você querer a SUSTENTABILIDADE sem SER SUSTENTÁVEL!
De que lado você está?

Consumir desnecessariamente pode ser evitado.

O desperdício deve ser combatido.
O colapso econômico do planeta não se resolve com a elevação das suas compras, mas talvez com o retorno às suas origens!
Humildes, sinceras, despretensiosas, colaborativas e autoprodutivas.

On ou off - De que lado você está?
Está passando da hora de se ligar!


Quem planta, colhe!

Onde se planta, tem vida.

Temos que ajudar o Planeta!

Temos que ajudar os filhos destes pais e os pais destas crianças!
Temos que deixar filhos melhores para que tenhamos netos melhores!

Sustentabilidade é isso.

Saber se desligar na hora certa e respeitar o meio ambiente.
Viver em comunidade e para a comunidade!
Buscar o crescimento, mas respeitando uma regra básica: “seu direito termina onde começa o do seu vizinho”!

Lembre-se: não existem flores sem sementes.

O mundo está ficando carente de gentileza e intolerância gera intolerância.
Somos capazes de reclamar uns dos outros, mas não somos capazes de devolver uma indelicadeza com um sorriso.
Isso é difícil, mas essencial.
Se não mudarmos, o mundo não muda!

On ou off - De que lado você está?
Está passando da hora de você se ligar. O nosso planeta não pode ser desligado! Então, se ligue!
*Presidente da Verde Ghaia
FONTE: Verde Ghaia

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MORAL DA HISTORIA - NÃO RESISTI E TINHA QUE PUBLICAR!!!

Esta foi mais uma viagem de cicloturismo entre várias outras que já realizei. E às vezes a gente encontra algumas pessoas que marcam pra sempre nossa viagem, nos surpreendendo com seu modo de vida, com sua determinação e até mesmo com sua coragem.
Em janeiro de 2002 estava indo sozinho de bicicleta, de S.José dos Campos com destino a Guarapari (ES). O percurso seria de um pouco mais de 800km pedalando. Seria. A viagem não deu muito certo por alguns motivos, mas além da experiência que valeu a pena, voltei com algumas histórias para contar. A mais especial ou engraçada lhe conto agora.
Época de chuva, não esperava que fosse chover tanto como choveu naquela primeira quinzena de ano novo.
Bicicleta importada com 21 marchas, alforjes impermeáveis (bolsas que ficam fixadas nos bagageiros da bike), capa especial para chuva, equipamentos para camping, alimentos... Esses eram alguns dos meus principais equipamentos de viagem.
Orgulhoso por ter iniciado mais essa aventura, estava me sentindo um marinheiro navegando literalmente minha bike pelo acostamento da “via chuva”, ou melhor, via Dutra. Era muita água, vinda das nuvens e dos caminhões que passavam ao meu lado.
Era meu 4º dia de viagem e não sei porquê estava meio triste. Talvez um reflexo dos dias cinzentos e chuvosos. Por isso já estava na hora de alguma coisa acontecer para mudar meu astral. Foi aí que tudo aconteceu. Havia acabado de sair de Guaratinguetá (minha cidade natal) e parei no posto “Clube dos 500” para passar o protetor solar, já que pelo menos nessa manhã o sol surgiu por algum tempo com toda a intensidade dos dias de verão.
Curiosamente, um senhor que estava saindo do posto e entrando na via Dutra com uma bicicleta tipo “barra forte” acabou chamando minha atenção. Certamente era mais um morador da região indo para sua casa nas redondezas. Continuei viagem minutos depois e num posto logo mais à frente encontrei o “tiozinho”, tomando um guaraná.
Já com seus 45 anos de idade, o “tiozinho”, dono de um bigode ralo e com uma cara de desconfiado, trajava uma calça vermelha, camisa de tergal branca de mangas compridas em cujo bolso era possível ver que ali levava seus documentos e uma caneta BIC cor azul. Seu calçado era um par de sandálias azuis, aquelas que não soltam as tiras e nem têm cheiro, você conhece?
Bicicleta barra forte (sem marcha), um cadeado preso ao guidão e na garupa uma caixa verde coberta com um pedaço de plástico amarelo, igual àquelas em que os supermercados entregam as compras... Esses eram os seus principais equipamentos de viagem.
Parei minha bicicleta próxima à dele e ia comprar água quando dois caminhoneiros saem do restaurante e ao verem toda a minha bagagem foram logo perguntando: - nossa cara, aonde você vai com essa bicicleta desse jeito?
Orgulhosamente fui logo respondendo: - estou vindo de São José dos Campos e indo para Guarapari (ES)... 800Km.
– Nossa mãe! Você é maluco? Perguntaram.
– Foi aí que o “tiozinho” entrou em cena. Ele, que até então só observava a conversa, não se conteve e foi logo dizendo: - isso não é nada, estou indo para “Vitória da Conquista (BA)” nesta bicicleta... São mais de 2.000 km pedalando!
Caí na risada pelo jeito que ele entrou na conversa e depois ficamos os dois conversando e de tanto insistir em saber o porquê ele estava viajando de bicicleta, veio a resposta.
– Você tem pai, né?
– Sim! Respondi.
– Quando um filho nega um pedido do pai, ele tem um débito pela vida toda. Deus é nosso pai, não é?
– É.
– Pois bem, escutei a voz “Dele” me pedindo para ir ajudar uma família na Bahia.
Pensei então, como viajar sem dinheiro?
Por isso pedi a ELE para falar comigo através de uma pessoa e foi aí que um dia o pastor da igreja falou: “- Deus disse: – vá e cumpra sua missão, pois nada lhe faltará. Na hora certa obterá o que precisa”.
– Era Deus falando comigo através do pastor. Disse.
Não tive mais dúvidas, peguei a bicicleta e estou indo para a Bahia cumprir essa missão que Deus me confiou.
Agora mesmo no posto “Clube dos 500”, um senhor veio falar comigo e de repente ele me disse que sentiu uma vontade de me dar um dinheiro e me deu R$ 10,00. E nem havia pedido nada!
Após ouvir atentamente seu relato, tirei duas fotografias nossas com as bikes e fui me despedindo para seguir viagem. Na certa deixaria o “tiozinho” para trás, pois estava com uma bicicleta de 21 marchas e ele numa barra forte.
Já ia longe, concentrando-me para chegar ao fim de uma subida longa e foi aí que me lembrei de olhar para trás para ver se ainda enxergaria o “tiozinho”. Ele estava a uns 50 m atrás de mim e como se não bastasse foi me ultrapassando dando risada com seu jeito todo simples de ser. Aquele ar “ressabiado” do início deu lugar a uma outra pessoa totalmente confiante e sorridente.
Logo na descida à frente, ele novamente passou por mim. Sorriso largo, vento no rosto e com os olhos brilhando, gritou pra mim: – é uma delícia viajar assim!
Era a felicidade andando de bicicleta. Foi uma cena bonita de ser vista.
A partir daí fomos companheiros de viagem por todo o dia. Ficávamos alternando uma liderança despretensiosa com as nossas bicicletas, evitando ficar lado a lado no acostamento. A cada passagem de um pelo outro se fazia uma pergunta, uma observação ou um comentário qualquer. A reposta vinha na próxima ultrapassagem. Em alguns momentos ficávamos com as bikes emparelhadas e então “rolavam” algumas prosas curiosas.
Foi numa dessas que ele me fez o convite:
– Walter, quando a gente voltar da nossa viagem vamos no programa do "Ratinho"?
– Fazer o que lá? Respondi rindo.
– Falar que a gente viaja de bike e que fazemos isso por fé... Pensou um pouquinho e completou... Também por esporte, aventura... Ah! E a gente pode pedir uma motocicleta para cada um! O que você acha?
– E será que ele vai dar?
– Claro que dá!
– É, vamos ver então quando a gente voltar. Finalizei essa prosa com um sorriso achando graça da sua simplicidade.
Já em Cachoeira Paulista, como ia pegar uma estrada secundária para a cidade de Cruzeiro, o momento da gente se separar havia chegado. Dei para ele uma garrafa d’ água, uma garrafa de “Gatorade” e uma barra de “Nutry”. O homem quase chorou de emoção.
Qual o cicloturista que não se emocionou em sua viagem quando alguém lhe prestou algum tipo de ajuda?
Mesmo sem saber, foi ele quem havia me ajudado, pois com sua simplicidade me trouxe alegria num dia em que tudo parecia ser cinzento. Curiosamente, até o sol brilhou por mais tempo nesse dia.
Nos despedimos com um abraço, nos desejando boa sorte em nossa viagem. E ali, debaixo do viaduto da entrada principal da cidade, tomamos rumos diferentes. Ele seguiu pela via Dutra enquanto eu contornei por cima do viaduto. Lá de cima fiquei vendo aquele simpático senhor, o qual apelidei interiormente de “tiozinho”, desaparecer na curva lá embaixo, seguindo confiante para cumprir sua “missão”.
Ah! Sabe o que tinha na caixa atrás da bicicleta?
Na parte de cima da caixa havia uma outra muda de roupa, logo abaixo um pequeno cobertor e por último, bem no fundo, um "terninho".
 
 
AVENTURA VIVENCIADA
POR WALTER MAGALHÃES
CICLOTURISTA

PS:

Walter Magalhães, solteiro, nascido em Guaratinguetá (SP), mora em São José dos Campos (SP) desde 1981.
É formado em Processamento de Dados pela Universidade de Taubaté e Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie(SP), com pós -graduação em Engenharia de Software pela Universidade do Vale do Paraíba (S.J.Campos).
Fotógrafo free-lance e guia de turismo, vem se dedicando a programas ambientais de incentivo a prática do ciclo-turismo associado à fotografia, já fez várias expedições de bicicleta: Espanha, França, Argentina, Chile, entre outras.

O QUE VALE É A UNIÃO!!!


AO MELHOR ESTILO "UNIDOS VENCEREMOS" A EQUIPE PEDAL DA SERRA  DE CICLOTURISMO, a mais unida do sertão da Paraiba, resolveu ir ao encontro de ciclistas da cidade de Solânea – PB.
Já é de ficar esperando muitas resenhas.
Iniciadas as expectativas para o evento, começou um verdadeira "via crucis" para efetuar as inscrições, tudo devido a particular união da equipe, que de maneira corriqueira, resolveu que era pra ser “cada um por si e Deus por todos”;

Passadas as inscrições, que na verdade foram feitas de uma em uma, veio o problema dos transportes que coubessem não só os ciclistas, mas principalmente as bikes, nossos instrumentos de trabalho, pra num dizer lazer;
Superados algumas desistências, resolvidos os membros da equipe e  definidos os possantes, ficou combinado a saida de todo mundo "juntos" como sempre;

No novo veiculo denominado caveirão, ja que o caveirão original foi vendido, um gol preto de propriedade do senhor Paulo, viajaram as bikes do dono do carro, juntamente com as de Macarrão e Luiz Fernando, tendo eu (Petrônio) como intruso, na parte interna do carro claro, afinal o transbike num podia comigo;
Nesse carro viajou a equipe pedal da serra subdivisão EQUIPE UNIÃO, tendo macarrão com rebelde.

No segundo carro, um astra prata de propriedade do senhor GERALDO,  viajou a equipe dos galegos, cabendo frisar que esse carro parecia a delegação da Alemanha, tudo galeguim, composta por Geraldo, Romildo e Romário, conhecido no meio ciclístico como “WO”.

Logo na saida Geraldo começou a reclamar do transbike, obrigando ao galego Romário a uma operação emergêncial de conseguir umas amarras desenvolvidas em mago motos para sustentar as bicicletas que estavam balançando para seguir com a viagem, o que segundo Geraldo "não pode acontecer", sendo salvo pelas tiras do meu transbike que foi verdadeiramente desmontado para salvar a caçada, mas os gaiatos tão pensando que não vão devolver minhas tiras;

O terceiro carro merece uma atenção toda especial, primeiro porque aquele carro num é um carro, é uma cegonha de bicicleta, pois num corsa hatch de propriedade de “Marcos o desafiante”, viajaram nada mais do 5 bicicletas, sendo duas no transbike atrás e três no teto, tinha mais bicicleta do que chuchu em beira de cerca. Nesse carro que andou quase todo o tempo na frente andava a subdivisão da equipe chamada DA POEIRA, só num levantando poeira de verdade porque o caminho era asfalto;

Um detalhe especial era que no teto viajaram 3 bicicletas, sendo que só tinha 2 calhas para firmar as bikes, tendo o ninja Leandro com toda a brutalidade que Deus lhe deu, amarrado a 3ª bicicleta que ia no meio, coincidentemente era a minha,  no teto do carro, presa com aproximadamente uns 15 km de corda, de forma que se Marcos virasse o carro as 3 bikes nem se buliam´, por isso amarrar foi fácil, difícil foi soltar em Solanea;

Como equipe unida viaja unida, iniciamos o trajeto para Solânea as 14:30 como combinado, quer dizer, o combinado era as 13 horas mas como Macarrão foi a viagem até que saímos cedo, logo paramos para abastecer, acontecendo o velho racha da gasosa e pegamos a BR 230 rumo "Bodocongó".

A viagem transcorria muito tranquilo ate chegarmos em Esperança – PB quando o motorista Paulo, em uma manobra rápida e traiçoeira entrou em uma rua e deixou os demais carros com GPS e tudo perdidos, pegando o caminho certo e vendo os outros dois carros rodar mais que menina nova em praça, procurando o acesso para o brejo, pois placa que é bom não tem.

Passando em Remigio tivemos que parar urgentemente num posto de gasolina em uma lanchonete que não vendia lanche para resolver um problema muito sério com um gato, pois eu tava com um queima tão grande que parecia que tinha engolido um gato e o bicho tava tentando sair de dentro, rasgando tudo.  Ao sair do posto, com toda a inteligência que deus deu a ele, Paulo perguntou: É para parar numa farmácia? E eu respondi que claro, claro que não, pois queima se resolve com comida, dai paramos num padaria para comprar pão francês num total de 10, mortadela defumada e uma cajuína de 2 litros que traçamos no percurso entre Remígio e Arara;

Por volta das 18 horas chegamos finalmente ao destino, já se encontrando com uma folga de tempo razoável a equipe dos galegos e  a equipe da poeira, daí efetuamos o pagamento das inscrições do evento, pois tinha sido tudo fiado mesmo e fomos logo tratando de guardar as bikes, demorando um pouco devidos a 70 "nóis cegos" que Leandro deu pra segurar as bikes e ai sim,  procurar rancho que era no mesmo local da inscrição. Nesse momento se juntou a equipe o conterrâneo Virginio que chegou da capital quase ao mesmo tempo; 

Assim saímos para jantar e como equipe unida não janta unida, saiu cada um pra um lado, só voltando a se ver por volta das 22 horas, momento que começou o Deus nos acuda que foi dormir naquela hotel, uns peidavam, outros batiam nas portas, jogaram água, ligaram o farol de Paulo de 18000 lumens pela janela, foi aquele fuzuê, até que uma certa hora após desligarem o videokê na casa vizinha. Nesse instante Luiz Fernando resolveu assistir todo o repertório de piadas de  Espanta no celular, isso já era uma da manhã e resolvi falar sério e prometer que 5 horas eu acordava todo mundo, pois se quisesse dormir era naquela hora porque eu ia acordar todo mundo logo cedo;

Promessa feita, promessa cumprida!!! Acordei todos as 5 horas, com um pequeno detalhe, o pedal só era as 8, mas como não deixaram eu dormir, me vinguei!!!

Todos preparados e devidamente comidos, ou seja, com o café da manha reforçado e em dia, partimos rumo ao desconhecido.

Por falar em partir, a equipe num rodou 2 km, e como reunião do clube dos 13 partiu todinha, seguindo mais uma vez cada um por si e Deus por todos;

Após muitas fotos e um estouro por causa do clip e sapatilha, que me rendeu um cambio empenado, seguimos o percurso  eu, Paulo e Luiz Fernando, ora seguido pela equipe JURIBIKE, ora pelos RAPADURAS BIKERS de NATAL, fazendo amigos pelo caminho, tendo curtido bastante o percurso e realizado no tempo esperado de  ...... ah! Deixa pra lá por que isso não importa;

Ao chegarmos no local do rango por livre e espontânea pressão, tivemos um belo almoço light ao sabor de arroz branco com alface, como manda o figurino, logo em seguida voltamos a pousada acertamos os  haveres definitivos, arrumamos a tralha e partimos separados como manda  a regra.

Teminando tudo como começou, os galegos na frente logo cedo, a poeira logo em seguida, para não esperar  o nosso almoço e a equipe pedal da serra em último, porém não menos feliz, pois o que vale é participar!!!!!

EQUIPE DOS GALEGOS
GERALDO - ROMILDO - ROMÁRIO  - VIRGINIO -  *JOSEMAR MACARRÃO

EQUIPE DA POEIRA
MARCO - MARQUINHOS - WAGNEY  - MARCONI - *JOSEMAR MACARRÃO

EQUIPE UNIÃO
PETRONIO - PAULO - LUIS FERNANDO

*JOSEMAR MACARRÃO ESTÁ SUB JUDICE  PARA DECIDIR SE ELE É DA POEIRA OU GALEGOS, PORQUE DA UNIÃO ELE NÃO PARTICIPOU!!!

 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

CICLOTURISMO E SEUS EVENTOS


Sair de sua casa, de sua cidade e ir pedalar. Fazer esforço, suar a camisa literalmente para conhecer um lugar, um ponto turístico famoso ou não, uma fazenda, uma serra, uma vista incrível, pergunto qual a motivação? Muitos me perguntam porque de participar de eventos de cicloturismo?

Esses eventos, encontros ou passeios como queiram denominar servem para que pessoas amantes da bicicleta possam se confraternizar, conhecer novos lugares com pessoas que tem o mesmo objetivo, que curtem a mesma ideia de mundo sustentável, além claro conhecer novas bicicletas, trocar idéias sobre material de uso, entre muitos outras serventias que esses encontros proporcionam.

Mas o principal objetivo desses encontros é receber os amigos em sua casa, sua cidade e mostrar parar eles sua região e as belezas que ela proprociona, sua história e seus costumes, tudo isso da melhor forma que existe, pedalando;

Além de tudo isso ainda vem o prazer de fazer amigos, conhecer pessoas de diferentes lugares, costumes, conhecer lugares lindos, viajar, conhecer climas diferentes, receber um bom dia do homem simples do campo logo cedo, valores esses que não tem preço, valores simples que retratam a verdadeira essência do cicloturista.

Não importa em que marca famosa de bicicleta você esteja, não importa o valor do seu equipamento, não importa com quão rapidez você fez o percurso, nada disso importa para o cicloturista de verdade, porque na essencia da coisa o que vale é a amizade o companheirismo e irmandade que vem se tornando esses eventos, além claro do exercício incansável de suas maquinas fotográficas que registram tudo e todos no seu passeio;

O evento, encontro passeio, como queiram chamar o ECO PEDAL TALHADO vem ai e espero que todos aqueles que vieram o ano passado retornem para desfrutar do belo visual da serra do talhado, bem como de toda a hospitalidade e prazer que temos em recebê-los, e para aqueles que não vieram ainda fica a certeza o passeio vale muito a pena!!!

ATÉ BREVE CICLOTURISTA!!!




EQUIPE PEDAL DA SERRA DE CICLOTURISMO

ECOPEDAL TALHADO versão 2013!!!

 
 
O evento ECO PEDAL TALHADO versão 2013 está chegando e a galera começa a se mobilizar para participar de evento ciclistico que chamou atenção, principalmente por suas lindas imagens, seu percurso muito  técnico de nivel moderado e uma equipe que procurou de forma mais organizada possível receber seus participantes; Sejam novamente bem vindos participantes 2013 do ECO PEDAL TALHADO, é o que deseja toda a equipe pedal da serra!!!

EQUIPE PEDAL DA SERRA DE CICLOTURISMO
CONTATOS:    (83) - 99121035 -  PETRONIO -  petnobrega@hotmail.com
                           (83) - 98022979 - JOSEMAR -      medeirosjosemar@hotmail.com
                        

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

CONFERIR É PRECISO

O que é necessário levar para uma trilha? Cada um, com a experiência, acaba definindo sua lista pessoal. E trilhas diferentes podem demandar acessórios diferentes, quantidades de água e comida diferentes, etc. Relacionamos abaixo o que é mais comum encontrar nos bolsos, pochete ou mochila de um ciclista. Mas conferir antes é preciso:
  • Água, levada em garrafinhas presas ao quadro ou em mochilas de hidratação (a quantidade depende da duração da trilha e dos pontos de reposição no caminho).
  • Comida, de acordo com as preferências pessoais: barras de cereal, sachês de carboidrato em gel, sanduíches, frutas, biscoitos (as quantidades igualmente dependem da extensão da trilha e de pontos de alimentação no percurso).
  • Kit de remendo de câmara de ar: bomba de ar, lixa, remendos, cola e espátulas (material vendido em bicicletarias; trocar a câmara é um procedimento simples, que pode ser aprendido com um ciclista experiente).
  • Câmara reserva – algo opcional, mas que economiza o reparo ao menos da primeira vez em que o pneu furar, e é raro furar pneu duas vezes na mesma trilha.
  • Óleo lubrificante da corrente, para uma possível reaplicação durante a trilha – em situações com muito barro, água ou areia, é bastante recomendável.
  • Saca-corrente: reparar uma corrente partida também é algo relativamente simples, e pode ser explicado por alguém que já tenha feito a troca.
  • Chaves, documentos, dinheiro, celular – apenas o estritamente necessário, e embalado em um plástico impermeável, a salvo do suor e de uma possível chuva. Um celular pode ser fundamental em emergências.
  • Antes de sair de casa, repasse seu check-list e confira seu equipamento: verifique a calibragem dos pneus e da suspensão e o aperto das blocagens. Periodicamente, verifique as pastilhas de freio, para não ficar sem elas no meio da trilha. Saia sempre com a corrente lubrificada.
fonte: http://mountainbikebh.com.br

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

EQUIPAMENTOS MÍNIMOS NECESSÁRIOS PARA UM BOA TRILHA


O que é necessário levar para uma trilha? Cada um, com a experiência, acaba definindo sua lista pessoal. E trilhas diferentes podem demandar acessórios diferentes, quantidades de água e comida diferentes, etc. Relacionamos abaixo o que é mais comum encontrar nos bolsos, pochete ou mochila de um ciclista.
 
 
 
 
 
 
 
  1. Água, levada em garrafinhas presas ao quadro ou em mochilas de hidratação (a quantidade depende da duração da trilha e dos pontos de reposição no caminho).
  2. Comida, de acordo com as preferências pessoais: barras de cereal, sachês de carboidrato em gel, sanduíches, frutas, biscoitos (as quantidades igualmente dependem da extensão da trilha e de pontos de alimentação no percurso).
  3. Kit de remendo de câmara de ar: bomba de ar, lixa, remendos, cola e espátulas (material vendido em bicicletarias; trocar a câmara é um procedimento simples, que pode ser aprendido com um ciclista experiente).
  4. Câmara reserva – algo opcional, mas que economiza o reparo ao menos da primeira vez em que o pneu furar, e é raro furar pneu duas vezes na mesma trilha.
  5. Óleo lubrificante da corrente, para uma possível reaplicação durante a trilha – em situações com muito barro, água ou areia, é bastante recomendável.
  6. Saca-corrente: reparar uma corrente partida também é algo relativamente simples, e pode ser explicado por alguém que já tenha feito a troca.
  7. Chaves, documentos, dinheiro, celular – apenas o estritamente necessário, e embalado em um plástico impermeável, a salvo do suor e de uma possível chuva. Um celular pode ser fundamental em emergências.
  8. Antes de sair de casa, repasse seu check-list e confira seu equipamento: verifique a calibragem dos pneus e da suspensão e o aperto das blocagens. Periodicamente, verifique as pastilhas de freio, para não ficar sem elas no meio da trilha. Saia sempre com a corrente lubrificada.